4 coisas que você precisa saber sobre calvície e genética

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A calvície e genética estabelecem uma relação constante no desenvolvimento da alopecia androgenética. Normalmente, a população brasileira tende a confundir a queda de cabelo com a calvície, no entanto, compreender a diferença é fundamental para estabelecer um tratamento de qualidade e segurança.

Enquanto que a calvície é genética e, portanto, hereditária, deixando as madeixas finas e curtas precocemente, a queda de cabelo sofre diversas influências externas e pode ser algo passageiro.

Neste artigo, separei as informações mais importantes que você precisa saber sobre a calvície e genética para garantir um tratamento confiável e efetivo. Continue lendo e saiba mais!

1. Desenvolve-se apenas com predisposição genética

A genética é responsável por designar as cores dos olhos, da pele, do cabelo e outras características físicas que compõem os seres humanos. Por isso, ela ocupa um papel fundamental para a identificação de doenças passadas de geração para geração.

Um dos acometimentos que a genética promove é a calvície, tendo em vista a herança de um gene que deixa os fios fracos, finos e curtos de maneira precoce. Esse gene pode estar presente tanto nos homens quanto nas mulheres, mesmo com a quantidade normal de hormônios.

Isso quer dizer que, os portadores do gene da calvície têm maior sensibilidade para desenvolver o afinamento dos fios e, assim, desencadeiam a perda excessiva. Esse processo pode ter início precoce, surgindo na adolescência, entre os 17 e 18 anos de idade.

Ainda, um estudo realizado pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), demonstra que, embora a calvície seja comum para ambos os sexos, o seu aparecimento ocorre de forma diferente.

Nos homens, normalmente as áreas afetadas são as frontoparietais — a parte lateral da cabeça — ou no vértice do couro cabeludo, sendo que suas variações ocorrem em função dos fatores genéticos característicos de cada sujeito e da progressão da doença.

Já nas mulheres, a alopecia androgenética se desenvolve na área frontotemporal — a parte de cima da cabeça. Esse processo pode afetar muito a autoestima e a construção de uma autoimagem fortalecida, sobretudo na adolescência, e deve ser tratado com cuidado para que a evolução seja controlada.

2. É diferente da queda de cabelo

No início deste artigo, expliquei que a calvície se difere da queda de cabelo. Isso acontece porque a queda é definida por outros fatores, tanto internos quanto externos, enquanto que a alopecia androgenética deve ser, obrigatoriamente, desenvolvida por fatores hereditários.

Dessa maneira, o estresse, a ansiedade, a má alimentação, a baixa qualidade de sono, a oleosidade excessiva no couro cabeludo e os sintomas de algumas doenças podem causar a queda de cabelo, mas não a calvície. É preciso, então, realizar consultas com um médico especialista para garantir o tratamento ideal para cada tipo de diagnóstico.

3. Diminui a produção de novos fios

A predisposição genética ocasiona o constante e progressivo afinamento dos fios, impedindo a formação de madeixas grossas fortes por diminuir o tamanho dos folículos capilares.

Ao longo do tempo, a fase de crescimento do cabelo fica mais curta, diminuindo a produção de novos fios e causando a calvície.

4. Pode ser controlada

De acordo com o estudo publicado pela PUCRS, existem tratamentos que reduzem a progressão da calvície, fortalecendo os fios e auxiliando o trabalho dos folículos capilares.

Um dos tratamentos mais comuns é o laser, reconhecido pela Sociedade Brasileira de Dermatologia, que estimula a irrigação dos folículos ao provocar uma vasodilatação, nutrindo os fios.

Lembre-se de que, para qualquer tratamento, o indicado é procurar um profissional de qualidade que faça um diagnóstico correto para garantir excelentes resultados e a melhora na sua saúde, tanto física quanto emocional.

A calvície e a genética possuem uma clara relação de dependência, tendo em vista que o desenvolvimento da doença só ocorre em função do gene hereditário.

Para prevenir o surgimento do quadro e ter um controle adequado da saúde dos seus fios, procure um dermatologista capilar quando a queda de cabelo ou falhas no couro cabeludo surgirem repentinamente.

E então, gostou do meu artigo sobre calvície e genética? O que acha de conhecer um pouco mais sobre a queda de cabelo e o trabalho da dermatologia capilar? Boa leitura!

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3 thoughts on “4 coisas que você precisa saber sobre calvície e genética

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