Alongamento de cabelo: conheça 3 tipos e os cuidados necessários!

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Cabelos longos, volumosos, iluminados e saudáveis são o sonho de consumo de muitas mulheres. As mais impacientes, vez ou outra, não conseguem atingir naturalmente o comprimento ideal e procuram métodos mais rápidos para ter madeixas compridas. 

Quando uma mulher experimenta um megahair, tem muita dificuldade em retirar definitivamente o alongamento. O volume e o comprimento adicionais conferem saúde e autoestima e fica parecendo  impossível ter um look completo sem as extensões. 

Só em Minas Gerais, a procura por apliques cresceu 56% entre 2011 e 2012, enquanto no restante do país o aumento foi de 36%. Continue lendo o post para conhecer melhor os tipos de tratamento durante a aplicação do método escolhido. Confira!

Quais os três principais métodos?

1. Megahair com “tic tac”

O aplique de presilha “tic tac” é totalmente removível, proporcionando a liberdade de usar apenas quando você quiser.

Visando alongar a vida útil do aplique, evite entrar na piscina ou no mar ou tomar banho com ele, pois há o risco de enferrujar a presilha. Não durma com o tic tac para não embaraçar os fios e para impedir que a presilha machuque o couro cabeludo durante a noite.

Para lavar a extensão, retire-a dos cabelos e lave em água fria ou morna com shampoo e condicionador, utilizando sempre uma escova macia o suficiente para desembaraçar os fios.

É recomendado que, para a secagem, as extensões sejam colocadas sobre uma toalha, secando no ar. Caso deseje finalizar com chapinha ou babyliss, use a menor temperatura do aparelho.

2. Queratina

Esse tipo de aplique é feito com “cola de  queratina” que fixa de maneira semi permanente nos fios, bem pertinho das raízes. Não é removível. Portanto, alguns cuidados precisam ser tomados, considerando que ele permanecerá nas suas madeixas por mais tempo.

As mechas são aplicadas a um centímetro de distância do couro cabeludo, garantindo um resultado mais natural. Ele pode ser inserido em toda extensão do couro cabeludo, e a manutenção é indicada a cada três meses.

O uso da chapinha nesses casos é proibido, pois o contato com a cola pode derretê-la e prejudicar as mechas. Já o secador exige pequenos cuidados, pois se utilizado muito próximo do couro cabeludo e em alta temperatura também também pode derreter a cola. A cada manutenção, a parte que recebeu queratina deve ser cortada. Dessa maneira, o aplique vai ficando cada vez mais curto e isso pode ser desvantajoso. Em determinado momento, a mulher deverá adquirir mais quantidade de cabelo para manter o comprimento. 

3. Fita adesiva

Trata-se de um método de aplique semi fixo composto pelos fios e fita de dupla face. Essa fita é fixada bem pertinho do couro cabeludo em áreas com maior densidade capilar. A cola tem alta resistência, e o ideal é que um profissional habituado realize a aplicação. A remoção é relativamente simples, não exige a presença de calor e é feita com álcool isopropílico.

O uso de secador ou chapinha depende da resistência ao calor da fita, o que exige consulta prévia junto ao fornecedor. Se a fita resiste ao calor, é permitida. A manutenção pode ocorrer a cada cerca de dois ou três meses, variando de acordo com a velocidade do crescimento capilar. A aplicação desse alongamento é extremamente simples. Não precisa ser cortado a cada manutenção. Cada par pode ser cortado ao meio para ficar mais delicado. É indicado um rodizio das mechas no couro cabeludo para não correr o risco de alopecia de tração quando utilizado sempre no mesmo local..  

Existe um método ideal?

Verificando as técnicas, gostaria de salientar que um processo de megahair menos agressivo vem sendo desenvolvido.

Nele, a quantidade de cabelo e os locais da aplicação são determinadas pelo médico dermatologista e pela terapeuta capilar. Assim, nada é definitivo, já que consiste em um método de transição para recuperação dos fios originais.

Enquanto o processo não chega ao fim, posso orientar o uso de alongamento de cabelo com fita. Entre as principais razões que explicam o fato de ela ser a melhor técnica, figuram:

  • o baixo custo;
  • os poucos cuidados diários;
  • menor dano ao cabelo;
  • a possibilidade de fazer um rodízio no couro cabeludo;
  • o fato de ser flexível e higiênica;
  • Não exige calor para remoção;
  • Não exige corte da base a cada manutenção;

Em resumo, os médicos dermatologistas devem conhecer todas as técnicas e escolher a mais adequada junto ao paciente. O alongamento de cabelo traz diversas vantagens e desvantagens, conforme salientamos. Para não se arrepender da escolha, procure cumprir todas as etapas!

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