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Descubra 4 fatos sobre relaxamento capilar

O relaxamento capilar consiste em um tratamento para modelar cabelos cacheados, sem alisar. Trata-se de uma opção para quem quer reduzir o volume da raiz e abrir os cachos, ou na transição capilar, do cabelo alisado para o natural.

São três ativos utilizados como base alisante: o tioglicolato de amônia, a guanidina e o hidróxido de sódio, presentes em produtos autorizados pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Todos eles agem de maneira semelhante, e a escolha entre um e outro deve levar em conta a estrutura do fio de cabelo.

No entanto, para se ter o efeito esperado, é preciso tomar alguns cuidados, tanto na preparação das madeixas quanto no tratamento do cabelo relaxado. Pensando nisso, listei aqui alguns fatos importantes sobre o relaxamento. Confira!

1. O teste de mecha faz toda a diferença

Como já mencionado, cada base alisante é mais apropriada para um tipo de cabelo. O hidróxido de sódio, por exemplo, é recomendado para fios mais grossos e resistentes. Já a guanidina é mais leve, ideal para cachos de textura média a fina.

Por isso, o teste de mecha é fundamental para indicar qual alisante deve ser usado no relaxamento capilar. O produto errado pode não só produzir um efeito abaixo da expectativa, como danificar o cabelo, provocando queda excessiva dos fios.

2. Hidratação é fundamental

Cabelos crespos e cacheados já são naturalmente mais ressecados, devido ao formato dos fios e, por isso, é essencial garantir o fortalecimento deles para que estejam resistentes o suficiente para receber o alisamento. Nesse sentido, adotar um cronograma capilar é uma excelente opção, combinando hidratação, nutrição e reconstrução.

Após o alisamento, a hidratação se torna ainda mais importante, já que a química acentua o ressecamento, removendo do cabelo os componentes que retêm a água. Assim, recomenda-se também o uso de óleos naturais após aplicação do hidratante diário, selando os fios e impedindo a evaporação.

3. O intervalo entre as aplicações é essencial

O cabelo cresce, em média, 1,2 cm por mês, alguns mais e outros menos. Por isso, o intervalo entre um relaxamento e outro deve ser de, pelo menos, 3 meses. Ou seja, tempo para o cabelo crescer o suficiente para que o cabelo “novo” seja facilmente reconhecido. Aplicar o produto novamente sobre o cabelo já relaxado pode ser bastante prejudicial ao fio.

4. Interação com outras químicas também é importante

Uma dúvida bastante comum de quem relaxa os fios é se pode ou não pintar os cabelos. A verdade é que a química usada no relaxamento é bem forte e diferente daquela presente nas tinturas, não devendo ser misturada. O resultado pode causar muitos danos aos fios, inclusive, a queda de cabelo.

Da mesma maneira, o cabelo tingido, descolorido ou que recebeu outros tipos de tratamento, como megahair, interlace, rastafári e outros, deve aguardar um determinado período, de acordo com cada química, para realizar o relaxamento.

Um erro na escolha do produto ou na aplicação pode causar danos difíceis de reparar, sendo necessário consultar um especialista em dermatologia capilar. Tendo isso em vista, é importantíssimo escolher um profissional capacitado para fazer o tratamento.

Embora não façam mal à saúde, como o formol, os ativos do relaxamento capilar podem danificar os fios e queimar o couro cabeludo, devido ao aumento do pH (muito básico).

E você? Já relaxou o cabelo, tem alguma dica ou dúvida sobre o assunto? Compartilhe com a gente, deixando um comentário aqui no post.

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