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Feridas no couro cabeludo? Descubra o que pode ser!

8 minutos para ler

As feridas no couro cabeludo podem surgir por diferentes causas e, se não forem tratadas corretamente, podem evoluir para complicações mais sérias.

As feridas no couro cabeludo certamente são um sinal de que algo não vai bem e, por isso, o ideal é buscar ajuda médica com especialistas que tenham habilitação e experiência em tratamento capilar. Ficar atento aos primeiros sinais e sintomas é fundamental para um diagnóstico precoce e a escolha da solução mais viável para controlar o problema.

Nessa perspectiva, a proposta deste artigo é apresentar os tipos mais comuns de feridas no couro cabeludo e mostrar quais são as causas desse problema. Confira, também, como evitar essas doenças e quais são as medidas preventivas mais adequadas para manter a saúde capilar em dia e evitar complicações. Acompanhe!

Conheça as doenças que mais causam feridas no couro cabeludo

Assim como a pele, o couro cabeludo está sujeito ao desenvolvimento de diferentes lesões. Por isso é necessário cuidar da saúde dos cabelos e do couro cabeludo e traçar uma rotina de medidas preventivas que minimizem os riscos do surgimento de doenças.

Veja quais complicações podem resultar em feridas no couro cabeludo.

Foliculite

A foliculite é caracterizada pela inflamação dos folículos pilosos. Seu principal sintoma é o surgimento de pequenas bolinhas amareladas ao redor da base do fio de cabelo. Uma das características dessa doença é que a coceira pode resultar em feridas no couro cabeludo e provocar ardência e desconforto.

Pode ocorrer em ambos sexos, mas a foliculite é mais comum em homens devido à relação com as taxas de testosterona. A maior prevalência na classe masculina ocorre por que esse hormônio estimula glândula sebácea do couro cabeludo.

Vale destacar também que todas as doenças que causam feridas no couro cabeludo exigem atenção especial. Identificar o problema e fazer o tratamento precocemente é importante, pois há o risco de ele evoluir para um processo infeccioso. Por conseguinte, pode ocorrer a proliferação de bactérias na corrente sanguínea.

Micose do couro cabeludo

A micose no couro cabeludo é um problema muito comum e que pode surgir em pessoas de todas as idades. É caracterizada por um quadro infeccioso que deixa erupções arredondadas, escamosas e avermelhadas. ocorrem áreas de alopecia (perda dos fios) com aparência de tonsura (pelos cortados). eventualmente a reação inflamatória pode ser muito intensa e dar origem a um quadro que se chama kérium.

Mesmo que possa aparecer em qualquer faixa etária, as crianças são o grupo mais afetado pela micose, um problema que também pode causar feridas no couro cabeludo dos pequenos. Entre as causas mais comuns destacam-se o compartilhamento de pentes, escovas de cabelo, bonés, chapéus, viseiras, roupas e toalhas. e óbvio o grande contato que têm nas escolas.

Psoríase do couro cabeludo

É uma doença inflamatória não infecciosa e não contagiosa do couro cabeludo e da pele do corpo. A psoríase se caracteriza por placas descamativas e avermelhadas no corpo e no couro cabeludo. Pode acometer as unhas e pode se manifestar através de pustulose generalizada. Outros sintomas como artrite podem estar presentes.

Mesmo que as causas da psoríase sejam ainda desconhecidas, a hipótese mais provável é que essa doença crônica tenha relação direta com herança genética e também com o sistema imune.

Pitiríase veriscolor

Também conhecida como tínea capilar, a pitiríase pode raramente provocar queda de cabelos. Causada por fungos, a doença se caracteriza pelo surgimento de máculas, descamação e coceira no tronco. Ainda que possa acometer pessoas de todas as idades, a pitiríase é comum em indivíduos com idade entre 10 e 35 anos. O fungo que causa a pitiríase vive no couro cabeludo e não raro o paciente também apresenta dermatite seborréica. Além dos cuidados com a pele devemos acrescentar um xampu com características antifúngicas e mais secativas tipo ciclopiroxamina, pitirionato de zinco, sulfeto de selênio ou cetoconazol.

Cistos

Os cistos são caroços lisos e de consistência firme que se desenvolvem na porção dérmica da pele ou do couro cabeludo e geralmente possuem um orifício pelo qual drena uma secreção mal cheirosa. esse orifício, quando manipulado com coçadura ou espremedura, pode se infectar e causar feridas no couro cabeludo.

Geralmente, os cistos são pequenos e indolores, e crescem lentamente. A única opção á a remoção cirúrgica simples feita em ambiente ambulatorial.

Entenda a diferença entre dermatite seborreica e dermatite de contato

Como são muito comuns, é necessário saber diferenciar as características dessas doenças que também causam feridas no couro cabeludo. Confira!

Dermatite seborreica

Uma das causas mais comuns e de menor gravidade é a dermatite seborreica, popularmente conhecida como caspa. Ela pode acometer pessoas de todas as idades, mas é uma doença de fácil controle. Porém, é preciso consultar um dermatologista experiente e seguir suas orientações para alcançar bons resultados no tratamento.

A caspa está intimamente relacionada com a oleosidade do couro cabeludo e a proliferação de fungos, os principais fatores que causam as tradicionais placas brancas que descamam e geram coceira. O ato de coçar frequentemente e com maior intensidade pode gerar pequenas feridas que causam ardor e tremendo desconforto, especialmente durante o banho e na hora de dormir.

A própria dermatite seborreica causa coceira. O controle é feito com xampus, aumento na frequência de lavagem, corticoides tópicos e mudança de hábitos alimentares. Um dos cuidados mais relevantes é evitar o excesso de condicionadores e cremes para pentear, produtos que aumentam a oleosidade do couro cabeludo.

Dermatite de contato

A dermatite de contato é uma inflamação da pele ou do couro cabeludo em resposta a algum produto utilizado. Há três tipos de dermatite de contato:

  • alérgica: condição ligada ao sistema imunológico reativo e que não “combina” com determinado produto;
  • dermatite de contato por irritante primário: causa uma espécie de queimadura por contato com algum produto extremamente básico ou ácido;
  • dermatite de contato por irritante secundário: quando o couro cabeludo está ressecado ou sensível e se torna mais propenso a irritações.

O principal sintoma da dermatite de contato é a coceira. Com a evolução da doença, geralmente surgem pequenas feridas, conhecidas como escoriações ou casquinhas (crostas). Mesmo que os tratamentos reduzam bastante os sintomas, não existe cura definitiva para as dermatites. Por isso, mediante os sinais de dermatite, o ideal é buscar ajuda profissional o quanto antes.

Saiba como evitar feridas no couro cabeludo

O primeiro passo para evitar as feridas no couro cabeludo são os cuidados básicos com a higiene capilar. O xampu deve ser o adequado para a sua pele e, no caso de alguma reação adversa, troque-o por outro produto menos agressivo. Esses cuidados são importantes durante o uso de qualquer produto aplicado regularmente nos cabelos e no couro cabeludo.

Também é preciso ter muito cuidado com procedimentos químicos como relaxamento e coloração. O ideal é que esses tratamentos sejam feitos somente no salão, com produtos de marcas reconhecidas e com profissionais experientes. Fazer esses procedimentos em casa pode ser perigoso devido ao risco de reações alérgicas, intoxicação e surgimento de feridas no couro cabeludo.

Outros hábitos importantes incluem evitar banhos com água muito quente ou por períodos prolongados e não compartilhar escovas ou pentes. Também, não é aconselhável usar bonés, viseiras e chapéus com muita frequência. Afinal, esses objetos criam um ambiente propício para proliferação de fungos e bactérias, o que aumenta o risco de feridas no couro cabeludo.

Há diversas doenças que causam feridas no couro cabeludo. Mas a boa notícia é que é possível evitar e tratar esses males e manter a saúde em dia. Além de priorizar os cuidados preventivos, é muito importante fazer consultas periódicas com dermatologistas especializados em doenças capilares.

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5 thoughts on “Feridas no couro cabeludo? Descubra o que pode ser!

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