Fotobioestimulação: entenda agora tudo sobre esse procedimento!

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Sabia que, no Brasil, quase 42 milhões de pessoas têm calvície? Esse é um dado da Sociedade Brasileira para Estudo do Cabelo e comprova que o problema acontece tanto com homens quanto com mulheres. A calvície pode trazer sérios problemas na autoestima, uma vez que a estética é agressivamente modificada. Mas, para ajudar a administrar esse problema, um tratamento tem revolucionado o mercado: a fotobioestimulação. 

Essa técnica permite o rejuvenescimento, a regeneração e a biomodulação do tecido capilar. Isso é possível graças à tecnologia que emite energia luminosa de diferentes comprimentos que atingem células específicas. Trata-se de um tratamento não invasivo, que também não danifica a pele ou gera calor excessivo sobre ela.

Quer saber mais sobre esse assunto? Leia agora mesmo este post e descubra como esse processo funciona e qual frequência ideal para a realização dele. Também perceba como ele pode ajudar nos casos de calvície feminina e masculina. Confira! 

Como a fotobioestimulação funciona? 

A fotobioestimulação trabalha com um mecanismo de produção de uma luz vermelha com comprimento de onda entre 600 e 1000 nanômetros a partir de um LED (diodo emissor de luz) ou laser. O feixe de luz alcança o couro cabeçudo com uma distância boa e por tempo indicado.

Qual é a frequência ideal para realizar a fotobioestimulação? 

A fotobioestimulação tem duração de acordo com a finalidade do tratamento. É possível, por exemplo, que as sessões aconteçam semanalmente. Cada uma dura, em média, de 15 a 20 minutos. Elas são indolores e não causam lesões no couro cabeludo. 

É importante destacar que as sessões não devem ser feitas esporadicamente em salão ou spa porque não há nenhuma justificativa ou funcionalidade. Também devem ser utilizados, durante as sessões, dispositivos, como pente ou escova, capacete, boné e bandana. 

A quem é recomendado esse tratamento? 

A principal indicação para fotobioestimulação é a alopecia androgenética feminina e masculina. Como a tecnologia é aplicada de maneira uniforme,  essa técnica pode ser utilizada em todos os tipos de cabelo. A fotobioestimulação feita por LED é segura e não apresenta efeitos colaterais. Portanto, o paciente pode sair da sessão e retornar normalmente às atividades habituais. 

Como a fotobioestimulação trabalha para a redução da calvície?

Esse tratamento pode ser realizado tanto em homens quanto em mulheres. A técnica tem o benefício de ter ação anti-inflamatória e vasodilatadora, o que faz estimular o crescimento capilar. É importante destacar que essa técnica atua apenas no couro cabeludo, e não no comprimento dos fios. 

Ela promove a redução progressiva da queda de cabelo. Isso acontece porque a emissão de luz e determinada frequência de onda fortalecem os fios capilares e estimulam o surgimento de novos que crescem mais saudáveis e fortes. 

Uma consequência desse tratamento também é a estimulação do metabolismo celular. Isso quer dizer que as células do couro cabeludo produzem proteínas, que auxiliam na regeneração do folículo capilar. Com isso, é possível tratar a calvície. 

Essas foram algumas informações sobre fotobioestimulação. É importante sempre procurar um profissional de qualidade para realizar esse procedimento. Afinal, por mais eficiente que seja a tecnologia, ela precisa ser utilizada de forma correta e evitar consequências ruins de uma execução errada de procedimento. 

Procure uma clínica que tem a tradição desse procedimento no mercado. Entre em contato com a Clínica da Pele. Ele possui uma especialista em tratamentos capilares, especialmente para calvície feminina.

 

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